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O Visconde que me Amava

O Visconde que me Amava, segundo livro da série Os Bridgertons, de Julia Quinn, tem como destaque Anthony Bridgerton, visconde e irmão mais velho da família. Anthony tem uma boa fama de libertino, intensificada ainda mais pela Lady Whistledown (a fofoqueira sem um nome real). Mesmo sem uma identidade, a colunista tinha fieis seguidores, como a Srta. Kate Sheffield. Kate está em sua primeira temporada em Londres, porém com uma idade quase avançada para um incrível pedido de casamento. Quase 21 anos! Se não fosse a precária economia e pequena família, ela nem faria questão de ir para Londres tentar fisgar um noivado. Todos sabem que a dama ideal era sua irmã Edwina Sheffield, a melhor pretendente da temporada. E o visconde sabia disso. 

Enquanto vários cavalheiros esperavam cortejar a jovem Edwina, teriam que torcer para uma benção de Kate também. Outra coisa que o visconde também já sabia. Ele só não esperava uma jovem mordaz e sarcástica, que o odiava e que prometia mantê-lo longe de sua doce irmã. E então os jogos começam, de um lado Anthony e sua vontade inesperada de casar. E de outro Kate, esperando arrumar o casamento ideal para sua irmã. E claro, faíscas acabam rolando entre os dois.

Posso dizer que o segundo livro da série me pegou de vez. Apesar de ter adorado O Duque e Eu, não havia me conectado com a forma de escrever da autora. E ler O Visconde que me Amava foi uma agradável surpresa. Anthony é um homem muito ressentido com a morte de seu pai, porém ainda é uma pessoa divertida e um tanto cruel quando quer. Já Kate é normalmente a pobre garota esquecida pelas demais pessoas da sociedade. A beleza de sua irmã é tanta que normalmente esquecem que ela está na sala. Por sorte, isso não a impede de amar sua irmã. Aparentemente, a única coisa que ambos tem em comum é o amor pela família (e o sarcasmo).

Adoro a forma como a química dos personagens te prende ao enredo. E não tem como não amar essa  enorme família. Julia Quinn soube abordar bem essa mistura de 8 irmãos. E ainda nos aguçar com as futuras histórias. É interessante ver o trabalho que ela tem em entrelaçar o que já aconteceu e o que vai acontecer. Me vejo devorando todos os livros e tentando decidir qual será meu favorito (coisa que percebo que será difícil). Já me encantei com a pequena amostra do terceiro livro. E com uma pista do quarto.

Tenho que agradecer por trazerem de volta essa série e tão bem arrumada. E pasmem! Me apaixonei até pela carta da autora no final do livro. A Julia parece ser uma fofa. E para melhorar, ainda vem para a bienal. Então, não venho apenas recomendar O Visconde que me Amava, mas toda essa série magnifica.

Boa leitura!

A Seleção

Mais um livro do Desafio Literário de 2015, dessa vez um livro que virou febre. A escolha do livro não foi nada fácil, sendo que só parei para dar uma olhada na metade do mês. O legal desses desafios é que você tem que pensar em alguns fatores para ler o livro, como: tema, se prefere comprar um e-book, o livro ou pegar emprestado, se acha que vai conseguir terminar aquela leitura no prazo e se acredita que vá gostar da leitura. Bom, nesse último ponto dei uma ignorada. Conhecia o livro, mas nunca tive desejo de um dia pegar e ler.

Em A Seleção, de Kiera Cass, somos apresentados a Illéa e suas castas. Tendo a casta Um, a mais renomada, à casta Oito, a mais renegada e pobre desse sistema. Através da Seleção, trinta e cinco garotas entre dezesseis à vinte anos, podem se inscrever como candidata a noiva do príncipe de Illéa. Independente de sua posição social, qualquer uma teria a chance de se tornar a futura rainha do reino – e do coração de Maxon Schreave.

America Singer faz parte da quinta casta desse sistema (composta por músicos, artistas...). Sua família não pode ser considerada de extrema pobreza, mas também não vivem uma vida de glórias. Com a chegada da Seleção sua família (diga-se mãe) a pressiona a se inscrever, mesmo não sendo o sonho de America. Para ela, seu maior desejo seria se casar com Aspen Leger, um Seis. Mas com milhares de garotas se inscrevendo, qual seria a chance de ser escolhida? Aparentemente, a chance era maior do que esperada. E assim, America Singer se torna uma das selecionadas para se juntar no castelo com outras trinta e quatro garotas de diferentes castas e “lutar” pelo amor do príncipe Maxon.

Não esperava muito do livro, e o início só me mostrou que não gostaria. Mesmo entendendo toda a situação que rodeava America, a narrativa sobre a vida dela me entediou. Isso até ela ir para o castelo, conhecer as demais selecionadas e o queridíssimo Maxon. Então, é possível que o meu tédio seja pelo simples fato de que a vida dela era um tédio. Quando ela conhece Maxon, parece que surge uma nova pessoa, mais forte e mais bocuda. E quando vi, de uma leitura um tanto empacada, já estava lendo as páginas finais.

Achei o príncipe um fofo e engraçado. Me vi apaixonada pela leitura graças a ele, quase no lugar de uma das garotas histéricas por seu amor (ou por sua coroa). Enquanto America tem uma visão mais crua do mundo, Maxon só conhece aquilo que presencia no castelo e o que lhe é passado (o que é quase nada). Ver que ele realmente espera amar alguém, te dá esperança além daquele reality, onde jovens são mostradas praticamente como produtos. Sempre lindas e elegantes.

Esse foi o segundo livro do desafio, e já percebi que vou adorar escolher os demais livros. É quase como sair de sua zona de conforto. Não esperava ler esse livro um dia e acabei me surpreendendo por gostar do que li. Apesar não ser uma leitura inspiradora, é ótima para passar o tempo e dar belas risadas com o decorrer do livro. Só é uma pena ter lido o primeiro agora, quando está saindo o quarto livro da série, que é um grande spoiler dos três primeiros livros. Ainda assim vale a pena ler e a diversão é quase garantida.


Boa leitura.

Cidades de Papel

Colocando mais uma leitura em dia, peguei Cidades de Papel, de John Green, para ler depois de um ano guardado na estante. Isso porque fiquei mega curiosa para ler algo do tão falado autor, porém eram tantas opiniões diferentes que acabei me desanimando, pouco depois de ganhar o livro.

Desde os seus dois anos Quentin Jacobsen é vizinho de Margo Roth Spiegelman, e desde cedo vive uma paixão platônica por ela. Para Quentin e boa parte de sua escola, Margo era magnífica. Sempre estava metida em uma aventura e parecia gozar a vida como se não houvesse o amanhã. Para Quentin, Margo Roth Spiegelman – como sempre a chamava – era a garota perfeita. Isso se pessoas perfeitas existissem.

Pouco antes da formatura, Margo decide se juntar ao Q. em uma vingança. E mesmo eles não sendo amigos, ele acaba sendo a última pessoa que vê Margo antes dela fugir. Mesmo não sendo a primeira fuga, aquela parecia ser a mais definitiva. E talvez Quentin seja o único a encontrar a verdade.

Antes de começar o livro, não sabia o que esperar da leitura. As opiniões, não somente sobre essa história, mas sobre o autor são bem conflitantes. E depois de ler entendi bem o motivo. Queria ter gostado da leitura, mas não consegui. Fiquei até surpresa com as ótimas críticas que estampam o livro. Apesar de o bom humor do livro, não achei o hilariante. A atitude de Quentin em relação a Margo chegou a me irritar na maioria dos momentos. Como o fato de esquecer a importância dos amigos em certas ocasiões e como sempre a chamava pelo nome todo. Ele realmente a venera.

Os personagens secundários foram (talvez) o único ponto que me fez gostar um pouco do livro. Os poucos momentos que Quentin esquecia de seu amor platônico e conseguia ser ele mesmo com seus amigos podiam ser simples, mas eram nessas partes que conseguia rir e pensar nele como um jovem em seus últimos momentos no Ensino Médio. Então, acho que nisso o Sr. Green acertou. Ao tentar encontrar Margo, Quentin acabou se encontrando e descobrindo melhor seus amigos.

Não vou dizer que é uma leitura para todos, porque não é. Acredito que quem está nessa faixa e nesse momento de vida (adeus escola, olá faculdade ou olá escola) vá gostar mais. Lembrando que em breve terá o filme de Cidades de Papel e, apesar de já esperar algo bem diferente, talvez seja uma boa medida para quem não está com muita vontade de se aprofundar nessa leitura, mas queira conhecer a história (mas o livro normalmente é melhor!).

Boa leitura.



Os Delírios de Consumo de Becky Bloom

Com essa recente paixão dos livros de Sophie Kinsella descoberto, decidi ler seu grande sucesso e livro de estreia, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom. Rebecca Bloom é uma extrema consumidora compulsiva, que trabalha como jornalista de mercado financeiro. Sim, ela dá dicas sobre finanças, mas tem contas e contas com atraso. Não tem como várias mulheres não se identificarem, não? Seja com roupas, livros ou sapatos acabamos nos revelando doidos consumidores em alguma coisa. Talvez, não no nível de Becky, mas que nos aproxima de certa forma da história.

Entretanto, para ironia do destino, não me senti conectada ao livro. Becky consome mesmo. Muito! De forma que não consigo entender como não classificaram isso como um sério problema. E de verdade, esperei mais romance no livro. Além, do romance dela pelas compras. Sendo um chick-lit de Sophie Kinsella, o enredo ainda mantêm situações engraçadas, em que a personagem principal consegue fazer confusão até para passar um dia no museu.

Becky não acredita muito em seus dons profissionais. E apesar de ter um grande potencial, ela segue sua vida tentando estar na média – pelo menos no trabalho –, enquanto tenta ser fabulosa no mundo das compras. O que também não ajuda muito quando ela mora e tem como melhor amiga outra super consumista.

Quanto ao lado romance, temos o sensual Luke Brandon, que a divide entre amor e ódio. Talvez, ódio e paixão. O cara é lindo, inteligente, tem sua própria empresa e a emprestou dinheiro para comprar uma echarpe. Isso claro, sem ele saber para o que era de verdade. Como já disse, esperava mais romance no livro, mas não tem como não se apaixonar por Brandon. Na verdade, a única dificuldade da história é Becky e todo seu poder de compras.

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, primeiro livro da série de Becky Bloom, é divertido e um tanto louco. As situações que Becky se envolve vale por qualquer dia compras pessoais. Além de uma verdadeira lição de compras – do que fazer e não fazer. O Ministério das Compras adverte. Cuidado para não se tornar uma Becky Bloom lendo!

$ Boa leitura $


O Segredo de Emma Corrigan

“Emma Corrigan é como qualquer garota.
Ela tem alguns segredinhos guardados a sete chaves...”


E que segredos... Pensar em Emma Corrigan é pensar em mil segredos. Segredos guardados a sete chaves, 20 combinações e, possivelmente, uma granada. Isso até ela passar por um péssimo dia de trabalho e contar todos os seus segredos para um completo desconhecido. Mas quem nunca teve uma conversa com um desconhecido que nem lembra mais, não? Isso é claro não aconteceria com Emma, já que o desconhecido é afinal o dono da empresa que em que trabalha.

Sophie Kinsella, tem um dom de colocar personagens loucas em situações mais loucas ainda. E nesse romance, não faltam situações em que duvidamos da sanidade mental da jovem Emma. Ainda mais perto de Jack Harper, seu chefe que sabe até mesmo o número de sua calcinha.

Emma – assim como outras personagens da autora – não tem muita autoestima profissional. Ofuscada pela prima brilhante e sem reconhecimento merecido em sua família, Emma prefere manter as coisas em segredo. Quando Jack aparece em sua vida e mostra interesse nela, a grande dúvida aparece. Saber todos os seus segredos seria um empecilho para aquele relacionamento?

Adorei o livro. É divertido e relaxante. Os segredos de Emma podem ser de qualquer um. Mesmo não sendo iguais aos dela, acabamos nos identificando com esses mil segredinhos. Imaginando como seria ter seu livro sendo aberto para todos. E a forma como Jack é descontraído e sempre a lembrando de um segredo, torna o livro mais hilariante. Super shippei o casal. E super recomendo que saibam todos os segredos de Emma C.


Boa leitura

Fiquei Com Seu Número

Descobrir Sophie Kinsella foi uma surpresa do último ano. Sim, só fui me jogar no universo de Kinsella no final de 2014. E posso dizer que me arrependi de não ter nenhum livro dela antes. Apesar não ter amado todos os títulos que li dela até agora (resenha em breve), ela tem o dom de revirar suas personagens em chick-lits loucos e divertidos.

Em Fiquei Com Seu Número, Poppy Wyatt está noiva do brilhante e inteligente, Magnus Tavish. Que tem uma família tão brilhante e inteligente como ele. E a pior coisa que poderia acontecer seria perder o anel de noivado, que por sinal é uma joia da família Tavish. Se ela já se sente diminuta e idiota perto da família, como se sentiria quando descobrissem que perdeu o anel? Para facilitar ainda mais a vida de Poppy, logo após perder o anel é assaltada, perdendo seu celular com todos seus contatos. E seu único meio de ser informada sobre o anel.

Depois de duas bombas, alguma coisa boa tem que acontecer com Poppy. E é então que ela encontra um celular jogado no lixo. Simples assim. Quase como um presente dos deuses! Só que sem estar enrolado para presente e estar no meio do lixo. Com ele veio um crachá deViolet Russell, do Grupo de Consultoria White Globe. Secretária de Sam Roxton.

Apesar de Sam achar tudo aquilo loucura, permite que moça fique um tempo com o celular da empresa. E assim, como força do destino – um maléfico destino – Poppy se vê no meio dos e-mails frios de Sam, repassando cada informação que chega para o celular como se fosse sua assistente.

Me diverti muito lendo Fiquei Com Seu Número. A amizade que Poppy e Sam criam através do celular é inusitada. Não pelo fato de ser algo inovador, mas por Poppy ter toda a vida de Sam nas mãos e ao mesmo tempo não serem nada um para o outro. É incrível como, por vezes, é mais fácil falar coisas de sua vida para um desconhecido, que acha que jamais verá de novo, do que para um melhor amigo. Ou até mesmo para o noivo.

O enredo do livro é ótimo e cheio de altos e baixos. Vamos vendo o amadurecido da querida Poppy ao decorrer do livro. E no fim, descobrimos que Sam tem um coração. Mas não podemos esquecer, Poppy ainda está noiva do homem que ama. E ainda tem um anel caríssimo para encontrar. Talvez encontrar o celular não teria sido um golpe de sorte afinal...

Boa leitura!!

Esposa 22

Depois de uma bela ressaca literária, falta de tempo e muuuito trabalho na faculdade, precisei de uma leitura mais leve e que me fizesse rir. E dos vários livros (quase abandonados) que tinha na minha estante, Esposa 22 parecia ser a opção ideal. E posso admitir que o livro não me deixou decepcionada.

Após quase 20 anos casada, Alice Buckle percebe que seu casamento – e sua vida – não está da forma como esperava. Para os amigos e conhecidos, os dois eram perfeitos. William em um trabalho bem-sucedido. Ela é uma ótima professora de teatro. E dois filhos lindos. Além de um belo e agitado cachorro. Porém, a verdade não é nada como imaginam.

Tudo muda após uma pesquisa na internet sobre casamento infeliz. Alice recebe uma proposta de realizar uma pesquisa sobre casamentos com o Pesquisador 101. Transformando-a na Esposa 22. Entretanto, o anonimato dos nomes não impedirá de que as trocas de mensagens não se torne algo a mais.

Melanie Gideon, não soube fazer apenas uma história engraçada com personagens carismáticos. No final de tudo (literalmente) ainda tem todo o questionário feito pelo Pesquisador 101. Já que no decorrer do livro, apenas é narrado as respostas dos questionários.

É interessante a forma como as redes sociais são retratadas. Como, por vezes, só descobrimos coisas sobre nossa própria família e amigos através das redes. E até como esse uso pode acabar nos distanciando - e até nos aproximando dependendo da situação. 

Adorei conhecer a Alice Buckle e como a vida dela foi mudando a cada resposta e lembrança do passado. A forma como a vida dos personagens secundários também são desenvolvidas no enredo é incrível, já que não nos prende apenas ao “drama familiar” ou ao “drama de Alice”. Até mesmo como o livro é organizado (e-mails, mensagens, narrativa e diálogo), parece transformar a leitura em algo mais leve e divertido para ler.

Portanto, se quiser aproveitar o verão com uma leitura leve e divertida, Esposa 22 é uma opção mais que certeira. Uma comédia tão moderna quanto os dias atuais.




Boa leitura!

Sonhos de Umas Férias de Verão

Férias, praia e azaração. Isso era tudo o que aqueles quatro amigos pensavam enquanto viajavam para a Praia dos Sonhos. Nenhuma responsabilidade, sem pais para atrapalhar. Eles só queriam aproveitar suas ultimas férias antes do início da tão sonhada faculdade - ou no caso de um desses amigos, o estrelato. 
Em Sonhos de Umas Férias de Verão, de Gustavo Reiz, conhecemos Marcelo Pitbull, também conhecido como Pit, e suas amigo, Caio, Beto e Carlão. Cada um com pensamentos e sonhos totalmente diferentes. Porém, ainda assim, quase irmãos. Quando partem para a Praia dos Sonhos nunca imaginariam o quanto suas vidas mudariam. E muito menos que em pequenas ações poderiam mudar a vida de outras pessoas.
Assim que nossos protagonistas chegam na pequena cidade, algo terrível quase acontece. O que os leva a conhecer a sonhadora Clara. Uma garota simples, que trabalha vendendo sanduíche de manhã, sendo professora a tarde e ainda procura tempo para fazer faculdade no turno da noite. E é nesse momento que a história realmente começa. Uma história que tinha tudo para acabar da pior maneira possível, mas somente o futuro poderia dizer.
Além desses, também são inseridos vários outros personagens no decorrer da trama. Alguns mais engraçados. Outros com sua pintado de vilão, mas que ainda assim da um grande toque de humor no livro. 
Sonhos de Umas Férias de Verão é um bom livro para passar o tempo e dar boas risadas. Porém não é o tipo de livro chame grande atenção. Algumas partes realmente gostei, outras nem tanto. E apesar de o grande ponto ser o romance entre o Marcelo e a Clara, o livro tem uma grande abertura para a comédia, fantasia e até casos mal resolvidos entre pai e filha. 
O livro me trouxe uma leitura mediana. Já o tinha pegado para ler umas duas vezes e não conseguia chegar direito até a página 30. Porém, como meus amigos falavam bem do livro, decidi dar uma segunda chance. Na verdade, gostei. Dei bons risadas. Me emocionei. Só não achei que foi aquilo tudo (ok, meus amigos falaram que era estilo Malhação e eu não gosto de Malhação, então né).  O que me deixou realmente triste com a leitura é que mesmo não esperando muito do livro, quando estava nos capítulos finais eu estava realmente gostando da leitura. Acreditei que o autor ia dar um final diferente. Inesperado. Mas não. Achei bem clichê mesmo (estilo Malhação). Até entendo o final que o autor deu, mas esperava algo mais.
Ainda assim, recomendo o livro para quem gosta de livros adolescentes. É um livro leve, descontraído. Bom  para quem adora dar umas boas risadas de situações totalmente nonsenses. Alias, o prêmio de me fazer rir durante o livro inteiro vai para o Caio, um super aspirante a ator!

"Previsão do tempo para o verão na Praia dos Sonhos: Altas ondas, tórridos romances e muitas aventuras. As férias perfeitas. Prepare o filtro solar, os óculos escuros e... diverta-se!"

Boa leitura!

Alice no País das Maravilhas

Todos se lembram dessa notável menininha, não? Curiosa, inteligente e com um vasto repertório de perguntas. A Alice, de 1951, com certeza é uma das versões mais famosas da história e conquistou crianças, jovens e até mesmo adultos com suas peripécias pelo estranho País das Maravilhas (A Disney tinha uma mão mágica com os filmes antigamente, não?!).


Em 2010, a Alice da foto abaixo também ficou muito conhecida. Isso graças a nova versão de Tim Burton para (também novas) aventuras da jovem pelo outro mundo. Porém, acredito que nenhuma Alice consegue desbancar a original.



Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll virou um grande sucesso em sua epóca de publicação (1865).  A história que aparentemente parecia ser destinado para as crianças possuía algo mágico e inspirador. Alice é uma menina de apenas 10 anos que encontra um mundo onde nada faz sentido e que ninguém faz nada contra isso. Ela vê um mundo onde os governantes fazem o que desejam e a única coisa que os súditos fazem é abaixar a cabeça e assentir. E mesmo para uma criança de 10 anos ela percebe que não é assim que se deve ser.


Após ler o livro percebi que a história possui muito mais fundamento do que apenas mais um musical da Disney. Os detalhes que são dados de tudo o que está acontecendo com Alice torna a história rica e encantadora. Além de mostrar uma outra característica da menina. Uma super observadora.
Outro fato que enriquece o livro são as ilustrações, que foram feitas por John Tenniel (que já ilustrou fábulas de Esopo). Algumas imagens são tão loucas que dá vontade que rir só olhando para elas. Sem falar que, ele conseguiu deixar o Chapeleiro Maluco tão fofo nessa imagem. A minha ilustração favorita do livro. *.*
No início do livro, é explicada como surgiu a história de Alice no País das Maravilhas. Que foi inspirado em Alice Liddell, a filha preferida (para Carroll) de seu grande amigo. E conforme vamos lendo as páginas, percebemos que ele realmente imagina Alice nessas aventuras. Tanto que na narração (que é feito na 3ª pessoa) aparenta ser uma história que Carroll conta para alguém sobre alguma aventura da pequena. Uma aventura bem louca.
Alice no País das Maravilhas foi feito para viajar pelos olhos de uma criança. E  tem coisa melhor do que voltar numa época de inocência sem fim?





Boa leitura!

[Degustação] Fazendo meu Filme 3

Algum tempo atrás eu tinha feito a resenha de Fazendo Meu Filme 1 e 2. E tinha colocado uma mini sinopse do terceiro livro. Bom, ainda não li FMF 3, mas prometo que no próximo ano faço a resenha.  = )
Quem quiser ver o post é só clicar AQUI.

E quem quiser ler o primeiro capítulo de Fazendo Meu Filme 3, é só clicar na imagem abaixo. O livro já começa de forma divertida. Além de mostrar que o romance entre Fani e Leo está super bem, obrigado! Rsrs. Aproveite o primeiro capítulo. E boa degustação!