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Em Busca de WondLa

Se viu o post Lendo no Momento #1 já sabe que estava lendo Em Busca de WondLa para o Desafio Literário 2015, do blog Uma JanelaSecreta. A leitura foi para o desafio de janeiro (que apesar de não ter terminado em janeiro, ainda estou no prazo), que era para ler um livro que começasse com a inicial do seu nome. Dando uma rápida olhada na minha estante, decidi por Em Busca de WondLa, que era um livro que comprei há alguns meses e ainda não tinha tido tempo para ler.

Na história, somos apresentados a Eva Nove e Matter, uma humana e uma robô que vivem no subsolo da Terra, em locais chamados Santuários. As duas têm uma relação de mãe e filha, afinal, a robô cuidou, ensinou e alimentou Eva nesses seus 12 anos de vida. Mesmo com a inquietação que ela sentia para sair e conhecer outros humanos, aquele lugar ainda era seu lar. Isso até que um ser estranho invadir o Santuário e destruir quase tudo. Ficar não era uma sábia decisão.

A partir desse ponto, Eva vai em busca de outros Santuários e de outros seres como ela. Entretanto, cada dia naquelas terras estranhas é uma surpresa bem inusitada. Desde os habitantes até as plantas que cercam o local. Ainda assim, com toda aquela confusão, Eva Nove acaba criando fortes laços de amizade que irão levá-la através da maior aventura de sua vida.

Em Busca de WondLa, de Tony DiTerlizzi (ilustrador e co-autor de As Crônicas de Spiderwick) é um livro cheio de facetas. Ilustrado pelo próprio autor (ilustrações maravilhosas, por sinal), o livro é separado em quatro partes, mostrando dificuldades ainda maiores conforme o grupo segue em direção a verdade de Eva. Além das imagens nos ajudar a montar um bom quebra cabeça do livro, ele ainda contem chaves para acessar o mapa interativo do lugar(podendo ser acessado pelo site www.wondla.com.br). Se abrir o livro nas páginas indicadas e não encontrar nada, não se preocupe. A editora acabou publicando os números de páginas erradas para acessar as chaves do programa. Porém, no próprio site de acesso é dado as informações corretas.

Fiquei apaixonada pelo livro. Conseguiu me manter viva com incríveis as imagens e enredo. Me encantei, emocionei, ri e descobri um mundo com Eva e seus companheiros. O livro conseguiu me surpreender no momento que não esperava mais nada além daquela aventura. Algo que adultos e crianças podem ler sem medo do entretenimento. O livro vale a pena e tenho certeza que a continuação não vai me decepcionar. Que vocês desejem WondLa tanto quando Eva, Matter, Andrí, Otto e eu desejamos.


Boa leitura!

*Infelizmente não consegui abrir o programa no meu computador.

O Clã dos Magos - A Trilogia do Mago Negro

O que falar desse livro que demorei tanto para ler, mas que conseguiu me conquistar aos poucos? Coloco um pouco da culpa da demora na falta tempo e no meu incrível poder de passar mal lendo em ônibus. Apesar do livro não ter me inspirado muito no início, aos poucos fui me sentindo inserida naquele universo de Trudi Canavan. No final, acabei arrependida por não ter terminado o livro antes.


Todos os anos, os magos de Imardin reúnem-se para purificar as ruas da cidade dos pedintes, criminosos e vagabundos. Mestres das disciplinas de magia, sabem que ninguém pode opor-se a eles. No entanto, seu escudo protetor não é tão impenetrável quanto acreditam.
Enquanto a multidão é expurgada da cidade, uma jovem garota de rua, furiosa com o tratamento dispensando pelas autoridades a sua família e amigos, atira uma pedra ao escudo protetor, colocando nisso toda a raiva que sente. Para o espanto de todos que testemunham a ação, a pedra atravessa sem dificuldades a barreira e deixa um dos mágicos inconsciente.
Trata-se de um ato inconcebível, e o maior medo do Clã de repente se concretiza: uma maga tão treinada está à solta pelas ruas. Ela deve ser encontrada, e rápido, antes que seus poderes fiquem fora de controle e destruam a todos.
 Sinopse retirada do próprio livro

Em O Clã dos Magos, somos inicialmente apresentados a magos que usam seus poderes para seu próprio bem e para o bem da nobreza. Mesmo cuidando da cidade, os moradores de Imardin não acreditam nos magos como seus salvadores. E Sonea não foge ao caso. Porém, nunca imaginaria que poderia ser como eles. Da mesma forma que nunca pensou que seria procurada por todo o clã.

Sonea é mais uma jovem que odeia o Clã com todas suas forças. Após jogar uma pedra na direção dos magos, pensando em como seria reconfortante se aquela pedra atravessasse o escudo protetor, a ultima coisa que ela esperava seria a pedra atravessar a barreira. Batendo em um dos magos que claramente não desejava o bem de nenhum dos cidadãos (e talvez nem da própria Irmandade). Assim, Sonea se refugia nas favelas, com ajuda de seus amigos. Especialmente de Cery, que nutre fortes sentimentos pela garota, e promete mantê-la viva. Nem que isso acabe com a própria vida.

Enquanto a jovem se desespera para se manter longe do Clã, os mesmos correm em uma busca contra o tempo para encontrá-la. Com a possibilidade de ser uma maga, é necessário que ela comece o treinamento de como cuidar dos seus poderes antes que acabe se descontrolando e matando todos ao seu redor.

Como já disse no início da resenha, foi uma leitura difícil no começo. Não fluía da forma que imaginava. Talvez por não ser um momento para o tipo da leitura ou simplesmente pelo enredo um pouco lento até chegar na segunda parte.

É interessante como a autora cria um mistério maior (que possivelmente será resolvido no final da trilogia) e um menor que se resolve no final desse livro, porém que deve se estender mais, de outras formas, no decorrer dos livros. Trudi Canavan, tem todo um cuidado em explicar os mínimos detalhes para que nada fique com pontas soltas. No final do livro, ainda tem um guia de gírias das favelas, um glossário e plantas do reino. E apesar do livro ser grande, ele é super leve. Parece que as páginas nem ficam colando uma na outra (quem carrega mochila pesada sabe como isso é divino!).

Mesmo com a demora para ler o primeiro, estou ansiosa para ler a continuação. Já está na meta para 2015. Espero que gostem e deixem suas impressões. 

Boa leitura!

As Nove Vidas de Chloe King: Banidos

Na véspera do aniversário de 16 anos de Chloe King, ela e seus amigos, Amy e Paul, matam aula e vão para o Coit Tower, onde Chloe acaba sofrendo uma queda de 60 metros indo direto para sua morte... Isso, pelo menos, era o esperado. Entretanto, a garota acorda como se nada tivesse acontecido.
Como a capa e o título ( e até o começo da resenha ) são meio que óbvios, Chloe percebe que pode pular, correr e até enxergar de modo diferente. Mais ágil.   Além de sua força que aumentou consideravelmente depois do acidente.
Aparentemente, As Nove Vidas de Chloe King foi publicada (em seu original) como volume único, porém a editora brasileira preferiu dividi-lo em três partes. Isso talvez explique o fato de Chloe demorar a se perguntar tanto o que está acontecendo com ela. Afinal, a garota caiu de 60 metros e agora tinha garras - além de um desejo físico quase explosivo. Achei estranho o fato dela não aparentar tanta preocupação no início com com a situação. Além de sentir que faltou algo a mais no livro devido a esse corte.
A parte de adolescente (e sua crise de pouca idade) estava ótima. Liz Braswell soube escrever bem a situação de uma adolescente se descobrindo. Descobrindo os prazeres da vida. Além de criar um cenário intrigante e até um pouco assustador que não percorre todo o livro, deixando normalmente o enredo até leve para a situação inicial.
A ideia que o prólogo nos dá é assustador para o futuro da personagem. Tem um ar meio sombrio que não sobrevive ao decorrer da leitura. Devido a isso esperei algo com mais clímax, o que acabou não acontecendo. Porém, acabei gostando do livro no final. O livro é pequeno, fácil e agradável de ler. Além da capa, que apesar de não gostar muito de rosa, eu adorei. Ficou rebelde. Caracterizou bem a personagem. Já o texto, pelo menos no meu, algumas letras vieram cortadas. Nada que atrapalhasse a leitura. Mas tem gente que realmente se incomoda com esse fato.
Recomendo As Nove Vidas de Chloe King para quem gosta de histórias estilo "Mulher-Gato". E a continuação parece que ser de surpreender. Para quem gosta de séries televisivas, o livro ainda deu origem a uma série. Que apesar de nunca ter assistido, ouvi bons comentários em relação a série.




Boa leitura!

Em Chamas



Katniss Everdeen e Peeta Mellark saíram como os grandes vitoriosos dos Jogos Vorazes. A população da Capital ficou mais do que animado diante dessa vitória dupla dos “amantes desafortunados” e agora o Distrito 12 havia três vitoriosos como mentores para os próximos jogos. Porém, nem todos da Capital e dos outros distritos veem essa vitória como apenas uma forma de viver (ou morrer) com seu grande amor. E para que levantes não sejam feitos, a Capital irá entrar ainda mais cena na vida da verdadeira vitoriosa e de seus amigos.
Ler Em Chamas nos dá um olhar ainda mais profundo da Capital. Suas formas de torturas, seus pensamentos sempre há um passe a frente dos outros distritos e principalmente o presidente Snow. Suzanne Collins nos apresenta fatos que nem mesmo a Katniss Everdeen poderia imaginar em toda sua vida de fúria. Tudo era ainda pior do que a garota imaginava. E enquanto, a cada capítulo ela vai descobrindo um pouco mais dos terrores da capital, ela também vai se descobrindo. Acredito que “Em Chamas” mostra a verdadeira Katniss. Uma que nem sequer ela mesma sabia que existia. E graças a isso, o livro ganha toques bem diferentes de Jogos Vorazes. Agora podemos ver a Garota em Chamas em uma situação talvez ainda pior do que nos jogos. Mas ainda assim, podemos ver uma grande pitada de humor no livro que eu realmente achei inesperada. Não é nada que tire aquele ar de “Oh, Meu Deus! Parece que todos vão morrer a qualquer momento”. Mas um pouco de aceitação do futuro. Mesmo que não seja o mais aceitável.
Não esperava que fosse gostar mais do Em Chamas do que o primeiro livro da trilogia. Mas os acontecimentos inesperados que aconteceram no livro realmente me fascinaram. Demorei pelo menos 3 semanas para ler o primeiro, mas nesse livro simplesmente não consegui desgrudar – o que me levou a terminar em 1 dia e depois ficar naquele clima “O que eu faço agora?”. Uma das grandes sacadas desse livro é o Massacre Quartenário, que acontecem a cada 25 anos. Se pensávamos que os Jogos Vorazes já era uma crueldade, uma versão mais elevada dos jogos é algo ainda mais surreal.
Também temos o tão esperado encontro de Gale e Katniss. E que o ocorreu com os dois após toda aquela demostração de amor dela com Peeta. Além é claro, de Peeta e Katniss começarem a conviver ainda mais perto depois dos jogos e de seu desfecho não tão feliz para o rapaz. E como era de se esperar, Gale/Katniss/Peeta. Afinal, com quem a Garota das Chamas vai ficar? Apesar, de muitas histórias terem esse triângulo amoroso, Collins escreveu de um jeito tão incrível que até nós ficamos com um pouco de dúvida sobre com quem ela deve ficar. Simplesmente, me vi no personagem.
Outro ponto que nos deixa ainda animado do decorrer da história são as pequenas dicas que estão no livro. Coisas que parecem ser realmente imperceptíveis, mas que no final você percebe que não era apenas uma palavrinha boba ou até mesmo um pequeno objeto. E se você simplesmente sentiu raiva dos outros competidores na outra edição dos jogos. Se prepare, porque nesse você vai acabar roendo as unhas pensando em manter uma boa parte viva.
Susanne Collins com certeza mostrou que veio para ficar. O livro conseguiu ser perfeito do começo ao fim. Impossível não se apaixonar.

Boa leitura!

Contato Imediato


"Apenas acredite nas estrelas
e deixe que elas guiem você."

Emma Munnighan e Queeny Dupré sempre foram grandes amigas. Mesmo com personalidades opostas e com pensamentos duros uma contra a outra em alguns momentos, tinham uma amizade indestrutível. Eram irmãs de alma. Enquanto Emma era séria e responsável, Queeny era amigável e um tanto maluca. Além de acreditar com todas as suas forças da existência de extraterrestres. O que para a cética Emma, isso era algo inimaginável. 
Queeny desde pequena teve uma grande obsessão por seres de outro planeta. Sempre frequentava clubes de astronomia ou algo em que pudesse fazer ao ar livre. Sempre fazendo com que Emma fosse em suas andanças. Mesmo Emma odiando qualquer coisa que fosse feito no campo ou relacionado as estrelas, ela simplesmente ia para garantir que sua amiga estivesse protegida de qualquer coisa. Elas só não esperavam que em um simples acampamento para observar um raro cometa, acabariam vendo uma nave cair a poucos metros de distância. 
Assim elas conhecem Hunter e Caleb. Dois lindos aliens que estavam predestinados para a vida de Emma e Queeny. Porém, como voltar para casa não seria nada fácil. Os quatro partem em uma viagem para Ohio (a história se passa nos EUA), enquanto estão sendo perseguidos pela CIA e pelo ARE – um tipo de CIA para os extraterrestres. 
No primeiro livro da Trilogia Estelar, de Elle S., temos uma grande apresentação do planeta de Hunter e Caleb. Sendo que no final do livro também é apresentado um glossário com algumas palavras do dialeto dos aliens, nos ensinando a pronuncia-los e o seu significado. Achei genial a ideia. E me deu o que esperar dos próximos livros.
Contato Imediato não me fez enlouquecer pela leitura. O final me deixou ansiosa para os outros dois livros, mas boa parte dele não me deixou extasiada. É uma leitura, no qual encontramos elementos ousados, além de um romance conturbante. E quem gosta de uma cena mais quente com certeza vai se deliciar com o livro. Um dos pontos fortes são as menções com séries, cantores e celebridades do nosso dia-a-dia. Então, sim, vale a pena conferir o que as estrelas desse livro tem para mostrar.

“... Quero dizer, Johnny Depp era real, mas as minhas chances com ele estavam em um em dois milhões, isso o classificava automaticamente na lista de fantasia sexual irreal.”

“Assistir “O Segredo de Brokeback Mountain” não ajudara muito na minha formação da percepção do querido estado de Wyoming. Então, para mim, Wyoming tinha tratores, montanhas e gays. “

“— Não sei, eu não a conheço. Mas ela era bem bonita, sabe? Alta, loira, parece aquela mulher que fazia Friends. Não a engraçada, a outra. “


Boa leitura!

As Aventuras de Huckleberry Finn



Quem leu As Aventuras de Tom Sawyer deve se lembrar do jovem Huck Finn. Um garoto que gostava de aprontar tanto quanto o próprio Sawyer. E nesse livro, Mark Twain nos apresenta ainda mais a vida no Mississipi, só que entre as aventuras de Huckeleberry Finn.
Após Huck ter sido adotado pela viúva Douglas, seu mundo estava completamente diferente do que ele estava acostumado a viver. Agora ele teria que ser um garoto educado tanto nos gestos quanto no intelecto. Mas também teria uma casa, roupas e o amor de sua nova mãe. Apesar de não estar acostumado com tudo aquilo, era algo que estava sendo inserido ao garoto dia após dia. O inesperado acontece quando seu pai (que todo acreditavam estar morto) aparece atrás do dinheiro que Finn tinha conseguido em sua aventura com Tom Sawyer. Assim, Huck Finn parte com seu pai para um lugar afastado da cidade se transformando em seu prisioneiro até que forjou sua morte para enfim viver do jeito que sempre quis. Simplesmente como Huckleberry Finn.
Apesar do livro ter uma conotação infantil em relação as aventuras vividas, acredito que o autor tenha abordado disso mais no livro de Tom Sawyer. As Aventuras de Huckleberry Finn aborda temas mais pesados. Sendo que muitos consideram o livro muito racista. Enquanto Finn está em sua aventura ao lado de Jim, um homem negro, os moradores estão atrás de seu acompanhante pois acreditam que ele que matou Huck Finn (já que não tinham conhecimento que sua morte era uma farça). Além de Jim ser o personagem mais idiota e ingenuo do livro, não entendendo nem o motivo de um francês falar francês. O modo como tratam o personagem também é baixo. Depreciativo. Acredito que um dos bons pontos do livro é a inocência de Huck Finn diante de todo esse preconceito, criando uma ótima relação de amizade com Jim.
Ademais, não foi um livro que puxou minha atenção. Apesar de achar a história interessante. E em alguns pontos parar e ficar pensando e pensando sobre um certo fato, não foi um tipo de leitura que tenha me atraído. E realmente senti muito por isso, afinal, As Aventuras de Huckleberry Finn é um clássico. E a editora fez um ótimo trabalho nessa edição. Eu adorei a capa. O desenho foi muito bem feito. Porém, infelizmente a história me deixou a desejar. Foi apenas um bom livro. Mas quem se interessou pela história em breve teremos sorteio de um exemplar do livro – Talvez tenha mais sorte do que eu lendo clássicos.

Boa leitura!

Divulgação: Os 7 Cavaleiros de Algord

Os 7 Cavaleiros de Asgord é uma trilogia criada pelo brasileiro Michel Fonseca. Michel nasceu no Rio de Janeiro no ano de 1981, cidade onde vive até hoje com o seu filho. Estudou e morou no bairro de Copacabana. O Escritor que é formado em marketing é conhecido pelo seu bom humor, carisma e grande criatividade. Um amante de ficção cientifica com um conceito curioso sobre o gênero, fazendo religião e ciência andarem lado a lado.



A Torre é o primeiro livro da Saga “Os Sete Cavaleiros de Algord” e conta a historia de Mick Fronsac e seus seis amigos que são abduzidos para Galáxia Irione, mais precisamente para o planeta Tood-Sil’s, assim que chega Mick conhece a jovem Celina D’Kiet, mas logo são separados pelo CapitãoSilkAydu que leva Mick para o palácio Sil’s. Lá ele reencontra seus amigos e conhece o General IvanivKoor, que conta que eles são a reencarnação de sete cavaleiros que viveram em um planeta chamado Algord e que a misteriosa morte deles deu origem ao ImpérioSarac que domina a galáxia há mais de vinte anos sob a liderança do Imperador TelvariusSarac.
Koor pede para eles se aliarem ao RAS “Revolução AntiSaracsista” que tem como seu principal objetivo derrubar o Império Sarace devolver a liberdade para a galáxia, os setes jovens aceitam e se aliam ao movimento, começando assim um intenso treinamento de combate e de adaptação ao seu novo mundo.
Os Sete Cavaleiros de Algord iniciam uma guerra para reconquistarem a Torre de onde partem os Mops galácticos que cruzam o universo e que podem levá-los de volta para casa, mas a elafoi dominada pelo império, que deseja utilizar os mops para expandir seu domínio pelo universo.





Face a Face é o segundo livro da Saga “Os 7 Cavaleiros de Algord” onde cinco meses após a reconquista da Torre, Morales e Luiz são enviados ao planeta Ocheam com a missão de investigar o envolvimento do Império Sarac com os Piratas Galácticos no fornecimento de minério de lars para o imperio, sendo que este metal é somente comercializado pelo ganancioso Drirom Rentor.

Em meio a essa investigação eles acabam descobrindo que o império mantem secretamente uma fábrica de armas em uma região remota do planeta Ocheam e que o minério contrabandeado abastecia a fábrica. Mas a missão dos cavaleiros foi interrompida com uma mensagem do General Ivaniv Koor, que ordenou para que os dois retornassem a Tood-Sil’s para se reunirem aos outros e partirem para o planeta Algord.

Em Algord os cavaleiros ativam as sete torres para recebem uma mensagem holográfica do falecido rei de Algord Ted Tolemam que os ajudariam a desvendar o enigma sobre a morte dos Sete Cavaleiros de Algord. Mas a aparição de um misterioso cavaleiro abalará definitivamente os objetivos do RAS (Revolução Anti-Saracsista) fazendo Silanos e Ocheaneses se unirem aos Cavaleiros de Algord mais uma vez para destruírem a fábrica de armas e descobrirem a identidade do misterioso cavaleiro das sombras.




Alice no País das Maravilhas

Todos se lembram dessa notável menininha, não? Curiosa, inteligente e com um vasto repertório de perguntas. A Alice, de 1951, com certeza é uma das versões mais famosas da história e conquistou crianças, jovens e até mesmo adultos com suas peripécias pelo estranho País das Maravilhas (A Disney tinha uma mão mágica com os filmes antigamente, não?!).


Em 2010, a Alice da foto abaixo também ficou muito conhecida. Isso graças a nova versão de Tim Burton para (também novas) aventuras da jovem pelo outro mundo. Porém, acredito que nenhuma Alice consegue desbancar a original.



Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll virou um grande sucesso em sua epóca de publicação (1865).  A história que aparentemente parecia ser destinado para as crianças possuía algo mágico e inspirador. Alice é uma menina de apenas 10 anos que encontra um mundo onde nada faz sentido e que ninguém faz nada contra isso. Ela vê um mundo onde os governantes fazem o que desejam e a única coisa que os súditos fazem é abaixar a cabeça e assentir. E mesmo para uma criança de 10 anos ela percebe que não é assim que se deve ser.


Após ler o livro percebi que a história possui muito mais fundamento do que apenas mais um musical da Disney. Os detalhes que são dados de tudo o que está acontecendo com Alice torna a história rica e encantadora. Além de mostrar uma outra característica da menina. Uma super observadora.
Outro fato que enriquece o livro são as ilustrações, que foram feitas por John Tenniel (que já ilustrou fábulas de Esopo). Algumas imagens são tão loucas que dá vontade que rir só olhando para elas. Sem falar que, ele conseguiu deixar o Chapeleiro Maluco tão fofo nessa imagem. A minha ilustração favorita do livro. *.*
No início do livro, é explicada como surgiu a história de Alice no País das Maravilhas. Que foi inspirado em Alice Liddell, a filha preferida (para Carroll) de seu grande amigo. E conforme vamos lendo as páginas, percebemos que ele realmente imagina Alice nessas aventuras. Tanto que na narração (que é feito na 3ª pessoa) aparenta ser uma história que Carroll conta para alguém sobre alguma aventura da pequena. Uma aventura bem louca.
Alice no País das Maravilhas foi feito para viajar pelos olhos de uma criança. E  tem coisa melhor do que voltar numa época de inocência sem fim?





Boa leitura!

A Breve Segunda Vida de Bree Tanner


Acredito que todos saibam que A Breve Segunda Vida de Bree Tanner, é uma história paralela de Crepúsculo. Para ser mais exata, uma história decorrente de Eclipse. Stephenie Meyer criou uma história que mostra que (por vezes) somente o mais esperto sobrevive. É uma verdadeira história de manipulação.
Achei esse livro bem diferente da Saga Crepúsculo. Aqui os vampiros não matam só por fome, mas também por diversão. O livro segue a vida e os pensamentos de Bree Tanner, tendo a história narrada pela mesma. É contado como ela se transformou em vampira, a vida miserável que levava antes da transformação e todos os sentimentos que um recém-nascido poderia ter, como a descoberta dos vampiros, a imposição das "regras" e o mais importante, tomar cuidado para sobreviver.
Bree convive com o fato de que cada dia haverá um novo vampiro entre eles. E que a cada dia um vampiro desaparecerá. 
Ninguém sabe o objetivo daquele grupo. Até que ela se junta com Diego (o vampiro mais agradável do lugar) e acaba descobrindo várias verdades sobre o novo mundo que pertencem e talvez a metade do motivo de estarem ali.
Pelo fato do livro ser mais "sangrento" que a saga, alguns fãs não gostaram muito do livro. Porém achei o livro bem satisfatório. Aqui, apesar de ter uma história de amor, eles tem sempre que estar em vigia constante. Temendo até em quem eles deveriam acreditar. Há sempre uma tensão no ar, que é quase palpável pela descrição dos sentimentos da garota. E o final (apesar de já conhecido) me emocionou bastante pelo fato de ser descrito pela Bree. Cada sensação, cada suspiro, o medo de morrer. É tudo muito real. Cheguei até a me surpreender. 
Recomendo ler o livro com calma. Se colocando no lugar da jovem vampira. Temendo seus medos e se agrandando com suas pequenas alegrias inesperadas. Não é um livro doce de ler. E não conta uma história feliz. Mas é um livro diferente e merece toda sua atenção. O tipo de livro para se ter em sua estante. Recomendo ler, uma, duas, três vezes, até se cansar. E no final do livro, simplesmente feche os olhos. Vai ser mágico.

Boa leitura!

O Castelo Animado

Quem gosta de animações provavelmente já ouviu falar no filme O Castelo Animado. Que é uma linda animação japonesa produzida pelos estúdios Ghibli, no ano de 2004. O filme foi produzida por Hayao Miyazaki, um dos mais respeitados criadores de animação japonesa, e virou um grande filme de sucesso japonês. Porém muitos não sabem que essa maravilhosa história foi baseada no livro O Castelo Animado, da inglesa Diana Wynnes Jones. 
O livro fala sobre a pobre Sophie, a mais velha de três irmãs que já aceitou o fato de ser a fracassada da família. Porém, após uma terrível bruxa ficar irritada com a moça, é jogado um feitiço na então jovem Sophie que faz com que ela se transforme numa velhinha com pele enrugada, com coluna curvada e muito cansada.
Percebendo a sua drástica situação, Sophie decide ir embora atrás da única ajuda que podeira conseguir. Então ela parte atrás do castelo mágico do qual todos daquela cidade temiam.
O Castelo Animado é realmente um livro mágico. Em sua busca pela juventude, Sophie acaba encontrando coisas que nunca podeira imaginar. Ao conhecer o mago Howl, seu aprendiz Michael Fisher e o demônio do fogo Calcifer, percebemos que Sophie começa a aprender o que é ter uma alma jovem. Coisa que nunca lhe foi permitido.
Amizade, amor e imaginação são fatos muito perceptíveis no livro. Além de ter uma ótima lição de moral sobre a beleza humana de forma leve e engraçada.
Mesmo tendo lido o livro depois de ter visto o filme, me surpreendi. A pontos muitos diferentes do filme com livro. Alias, essa foi uma das minhas poucas experiências que realmente gostei tanto da versão do livro, quanto da versão (super) adaptada do filme. Ambos ficaram muito originais.
A cada página que lia, me encantava ainda mais com os moradores do castelo e os amigos (ou inimigos) que encontravam pelo caminho. É o tipo de livro que deixa qualquer faixa etária encantado com o modo de escrita da autora. Que não me surpreende teve aulas com o escritor C. S. Lewis, de crônicas de Nárnia e com J. R. R. Tolkien, de O Senhor dos Anéis. Lendo o livro dá para perceber que ela aprendeu ( e muito) com os dois.
Bom, chega de papo e vá ler e assisti O Castelo Animado, por que você não vai se arrepender. Alias, você vai é flutuar com a essa maravilhosa aventura! Então...


...Ótima leitura!

Passagem para Ravena


Se José Ricardo Moreira queria fazer os leitores de Passagem para Ravena viciados em um livro cheio de mistério, romance e aventura, pode ter certeza que ele conseguiu alcançar seu objetivo. Passagem para Ravena é o tipo de livro que te vidra do início ao fim e ainda te faz querer repetir a dose no final da leitura.
Na Idade Média, Dimitri e Irina se conhecem ainda quando crianças e acabam se apaixonando um pelo outro. Pouco depois de se casarem uma missão lhes é dada. Porém as coisas não acabam como deveriam. E talvez a única solução esteja no século XX, com um casal que nunca pensaria em se conhecer.
Diogo e Lívia tem muitos pontos em comum e se não fosse uma cidade os separando, provavelmente seriam melhores amigos (ou algo mais). Ambos viviam uma adolescência normal, até conhecerem um senhor que lhes passou a missão não acabada de Irina e Dimitri (que acabaram sendo "incorporados" pelos jovens). 
Com várias coisas misteriosas acontecendo ao redor dos dois, Diogo e Lívia mesmo não podendo se encontrar acabam criando uma forte ligação. Tão forte quanto o amor de Dimitri e Irina.
A leitura de Passagem para Ravena me conquistou do início ao fim. Todo o mistério, aventura e romance que acontecem te envolve de uma maneira que você não consegue desgrudar do livro. É um dos meus nacionais preferidos. O livro além de tratar fatos sobrenaturais, também trata da adolescência dos jovens heróis. Além de apresentar ótimas músicas do cenário brasileiro dos anos 80 e 90. Pode ter certeza que é o tipo de livro que você não vai se arrepender!

Boa leitura!

Percy Jackson e os Olimpianos


Assistiu ao filme? Não gostou? Odiou? Pois é, isso é o que muitas fãs da saga podem dizer sobre o filme, mas garanto que o livro vale a pena. Percy Jackson e os Olimpianos narra a história de um garoto meio “problemático” que descobre um fato muito importante sobre sua vida. Seu pai é um dos deuses do Olimpo e, graças a isso, agora ele terá que se esconder num acampamento de meio-sangues (assim é chamado quem é filho de um deus com um humano), para que monstros como Fúrias, Minotauros ou a Medusa não lhe cortem a cabeça (ou seja petrificado, tanto faz). No acampamento Percy descobre um novo mundo. Um mundo com maldições, monstros, labirintos e muita, muita aventura. Ah, claro, não podendo faltar uma pequena profecia para esquentar a história.
O escritor, Rick Jordan, lançou 5 livros da série: O Ladrão de Raios, O Mar de Monstros, A Maldição do Titã, A Batalha do Labirinto e O Último Olimpiano. Alem de um livro complementar (que ainda não li) chamado, Os Arquivos do Semideus.
Muitos podem pensar que o livro até parece uma cópiazinha de Harry Potter. Afinal ambos contam a história de um garoto que descobre um segredo sobre sua vida, ambos também tem um amigo e uma amiga que os seguem em todas aventuras e também tem uma profecia que ronda a vida do personagem principal. Isso sem falar de um mundo mágico que existe diante dos olhos dos humanos, mas ninguém sabe. Mas as semelhanças param por ai (eu acho O.o). Percy Jackson é um ótimo livro de aventura e se você é um aventureiro de plantão, com certeza vai inclui-lo no seu arquivo de favoritos. E quem já leu sabe do que estou falando. Então...

Boa leitura!